11NOV

CDL Lajeado e RGE Sul definem soluções para reduzir impacto dos desligamentos de energia no comércio

As interrupções no fornecimento de energia para reparos por parte da RGE Sul e seus impactos nas atividades do comércio de Lajeado foram o tema da reunião virtual realizada na tarde desta terça-feira (10) entre representantes da distribuidora e da CDL Lajeado. Citando como exemplo o ocorrido na véspera do Dia das Crianças, quando parte do centro da cidade ficou sem luz desde as 13h30min até aproximadamente às 19h, o presidente da entidade, Aquiles Mallmann, ressaltou que é compreensível a necessidade de consertos, mas que o comércio é refém da energia e que desligamentos mais extensos têm sérias consequências no funcionamento dos estabelecimentos. Por representar o setor e mais de 600 associados, a CDL Lajeado acaba sendo acionada em muitos casos, seja para reclamações ou informações, e por isso a reivindicação junto a RGE para que as próximas intervenções sejam comunicadas com antecedência ou efetuadas fora do horário comercial.

Consultor de Negócios na Região Vale do Rio Pardo, Cristiano Guedes da Silva explicou que a maioria das obras que exigem desligamentos prolongados no Centro preveem melhorias nas condições estruturais e técnicas para o futuro, mas afirmou que entende a apreensão dos comerciantes diante da suspensão de energia, mesmo quando previamente agendada.  Segundo ele, hoje o procedimento nas intervenções programadas envolve a comunicação dos usuários via e-mail ou mensagem de celular com 72h de antecedência, além de publicações nos veículos de imprensa de maior circulação na região afetada. Diante das demandas explanadas pela entidade, Silva garantiu que não há mais previsão de reparos de grandes proporções e desligamentos na região central de Lajeado até o fim do ano e que, como solução de curto prazo, vai ajustar o processo de comunicação para que a CDL Lajeado seja notificada antecipadamente do cronograma de intervenções, podendo assim repassar a informação a seus associados. Também ficou acordado que, havendo a necessidade de desligamento, as obras de maior volume, que não podem ser realizadas durante o fim de semana por questões trabalhistas, priorizarão o início às 5h, para que, caso avancem durante a manhã, gerem impactos menores e causem menos perdas para as empresas.

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